terça-feira, fevereiro 17
domingo, fevereiro 15
Promessas que se cumprem
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Ilha do Rodeadouro/Davi Kenayde |
Precisam-se de promessas que se cumpram!
No mundo e sociedade atual em que vivemos,
nos parece tão comum vermos promessas não cumpridas que, ouvi-las e acreditar
então, se tornou uma tarefa quase impossível.
Aquele que crê em Deus, porém, tem
convicções diferentes. Em carta à Igreja de Corinto, Paulo, o Apóstolo, nos
deixou um recado: “ Para tantas quantas forem as promessas de Deus, temos o
sim; portanto, é por Ele que se cumprirão e, para Ele seja, então, por nós dada
toda a glória”. (2 Co. 1.20).
A convicção de que tenho o ‘sim’ de Deus
para cada promessa feita à mim, norteia os meus passos. Faço, portanto,
buscas incessantes pelas promessas de Deus. Tenho-as guardada em meu
coração e, na Bíblia Sagrada, tenho uma promessa para cada dia do ano. São 365
promessas! Não abro mão de uma só delas. “É por isso que sofro essas coisas.
Mas, eu ainda tenho muita confiança, pois sei em quem tenho crido e estou certa
de que ele é poderoso para guardar, até aquele dia, aquilo que ele me confiou”
(2Tim.: 1.12)
Promessas de Deus feitas à mim e cumpridas
são tantas que tenho até dificuldade em enumerá-las. Tenho outras mais
guardadas em mim e, ter o ‘sim’ de Deus para cada uma delas, traz ao meu
coração a certeza plena de “...que Ele tudo pode, e que nenhum dos seus
propósitos pode ser impedido” (Jó 42.2).
by: Célia Regina Carvalho
quarta-feira, janeiro 21
Esse é o tempo!
Há um tempo para todas as coisas.
Tempo de chorar...
Tempo de sorrir...
Tempo de andar...
Tempo de correr...
Tempo de voar...
E, tempo de parar!
Tempo de questionar...
Tempo de responder...
Tempo de lembrar...
Tempo de esquecer...
E, tempo de agradecer!
Esse é o meu tempo de agradecer!
Célia Regina Carvalho
domingo, janeiro 18
Vida: ‘Deixas contínuas’
Pensando nas vezes em que tive de abrir mão das minhas razões
quando afrontada ou provocada por um amigo ou por quem se colocou na condição
de meu inimigo, conclui o quanto é importante abrir mão de dar a última palavra
mesmo quando tenho a melhor resposta.
A vida não me parece um roteiro certinho onde tenho ‘deixas’
com entradas e saídas em cena, minuciosamente planejadas.
As vezes até parece que estamos em meio a um grande
espetáculo, no qual a arte maior é a de entrar e sair de cena sem esquecer de
dar e receber ‘deixas’ de todos que compõem
o cenário.
Essas ‘deixas’ não necessariamente são palavras, podem ser
atitudes, gestos, acenos ou, até mesmo o silêncio e a estagnação.
Muitas vezes, a melhor resposta é o silêncio. Outras, o melhor
mesmo é sair de cena e permitir que seus demais componentes, coisas e indivíduos,
atuem da maneira que sabem ou entendam que seja a melhor.
Se permanecemos em cena que venham à evidência as nossas
melhores falas, os nossos mais sinceros gestos, a originalidade do nosso
silêncio e, se vier a estagnação que seja intrinsecamente vivida, mesmo diante
das expectativas alheias de movimentos e atitudes.
Nesse grande palco que é a vida, além de saber que papel
teremos de desempenhar em cada cena, o melhor mesmo é não esquecer de dar e
receber as ‘deixas’ que, com certeza serão úteis ao longo da nossa história sempre
que entrarmos em ação e, não entraremos sozinhos, haja o que houver.
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