sábado, agosto 13

Meu Amor...


 “Sou eu a mais apaixonada de todas as mulheres.
Também, eu sou a mais feliz de todas as mulheres apaixonadas”.

Célia Regina Carvalho

Sinal de Igualdade




Precisa-se de gente que entenda a gente!
Precisa-se de povo que queira ser povo!
Precisa-se de gente que queira ser líder.
Precisa-se de líder que saiba ser gente.
Precisa-se do povo entre lideres.
Precisa-se de lideres entre o povo!

Célia Regina Carvalho

segunda-feira, julho 11

Perdas nos ensinam



Foi à repentina ausência física do meu pai que me fez compreender: “Perder bens matérias nos ensina que sempre haverá tempo para reconstruirmos. Perder pessoas amadas nos ensina que todo tempo que temos para construir e para amar é o tempo chamado hoje”.

Eu já havia aprendido sobre perder bens materiais, foi uma dura lição, mas, que me trouxe um aprendizado imensurável. Não saberei jamais medir o quanto valeu aprender que poderei sempre superar as minhas limitações, sejam elas quais forem. Foi impreterível para a construção de toda história da minha vida.

Anos depois, recentemente, quando tive de aprender a conviver com a ausência física do meu querido pai, a vida me ensinou, por mais que eu tenha feito ao seu lado e verbalizado por ele o meu amor, teria sido pouco, se comparado à dor que sinto por sua falta.

Ontem mais uma vez, com a notícia da passagem de Clark, um amigo dos mais recentes, senti  o quanto é curto o tempo para amar e construir com pessoas, ao tempo que percebi, por mais curto que seja o nosso tempo nessa vida, o dia de hoje deverá ser dedicado à construção do que queremos ser.
Essa construção não será em absoluto o que gira em torno de nossos interesses pessoais, mas, sobretudo, o que nos leva a contribuir com a evolução da humanidade em esferas diversas.
Em tão pouco tempo de convivência com Clark pude aprender que levar a vida a serio, mas, sem, contudo, desprezar o sorriso no olhar é uma das mais valiosas contribuições que posso ofertar à humanidade.

Sobre a contribuição de Clark para o meu crescimento, mesmo a considerar o curto período de convivência, posso afirmar, em se tratando de tempo, foi curto o prazo em que pudemos trabalhar juntos, não obstante, o que pude aprender sobre o seu compromisso com a vida e com seu trabalho ficará para o longo prazo que durar a minha vida.

Concluo deste modo, “bens materiais perdem com o tempo o seu valor, mesmo aqueles considerados históricos, enquanto que pessoas têm seus valores perpetuados”.

Eternizados, portanto, sejam entre nós os valores do amigo Clark!


Célia Regina Carvalho




segunda-feira, maio 30

Saudades necessárias




Hoje, decidi que daria uma pausa em minha mais recente rotina de trabalho, a fim de dar satisfação aos meus amigos blogueiros.
Desde o dia 28 de março do corrente ano, fui nomeada à secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano de Juazeiro pelo Partido dos Trabalhadores – PT e, desde então, tenho dedicado os meus dias às construções em execução no nosso município.
Como outras dantes assumidas, a atual função, não me seria uma tarefa fácil, mas, tanto quanto, todos os desafios já enfrentados, será mais um exitoso, creio.
Cuidar de parte da cidade em que habito é o principal motivo pelo qual estive ausente por todos esses dias. Peço, portanto, sinceras desculpas pelo silêncio, acreditando que em breve estaremos juntos outra vez.

Um forte abraço!

Célia Regina Carvalho

sexta-feira, março 25

Habilidade para Viver


 


Somos hábeis para mudar a rota das nossas vidas, quantas vezes quisermos.
Mas, somos muito mais capazes, de permanecermos fies aos nossos sonhos e ideais: basta fazer deles, uma opção de vida.

Célia Regina Carvalho

domingo, março 13

Conviver com a Verdade



C
onviver na prática da verdade é a mais acertada das escolhas para quem quer garantir um futuro sem colheitas indesejadas, seja aqui ou em outra vida.
A convivência com a verdade pode até não ser a mais fácil em determinadas situações, mas, será sempre a melhor durante a eternidade que nossas vidas durarem.
Particularmente, eu, já me vi em situações difíceis demais e, confesso, passou em minha cabeça a vontade de, ou me omitir ou produzir uma mentira. Mas, devo muito à formação doméstica que recebi dos meus pais e irmãs mais velhas que me norteia para a seguinte certeza: “Um dia, cedo ou tarde, seremos confrontados pela verdade”. Decidi, portanto, optar por ser autêntica, mesmo quando  me sinto tão maltratada, até o ponto de ver meu coração sangrar e isso, não foi uma vez apenas.
Em diferentes momentos da minha vida, situações contrárias à minha vontade me fizeram abrir mão de algo que desejei muito para que a mentira não se estabelecesse na minha história. Percebo isso em muitas pessoas, a estabilidade completa da mentira. Inacreditável, como convivem com a mentira sem se darem conta da importância que a verdade tem.
Desse modo, passo a entender que, embora  determinadas situações que presencio me tragam  profunda irritação,  não me levarão jamais à descrença nas pessoas, ao contrário, fortalece a minha fé na verdade. Creio, a verdade é capaz de nos libertar de muitas cadeias.
Cadeias além do físico são as piores e aquelas que impõem a falta de fé na vida e a carência de crença na felicidade, do meu ponto de vista, são as mais difíceis de transpor. A partir delas, veremos dissabores emocionais, familiares e sociais nos mais dessemelhantes tipos e rostos, impondo assim a igualdade entre as diferentes raças e esferas sociais, pois quando se trata da verdade ou da mentira, não importa, a conseqüência é uma só, está  apenas no tamanho dos resultados.
Pearl Mae Bailey (1918 – 1990), atriz e cantora americana, viveu no auge da fama em 1941 durante a 2ª Guerra Mundial, em meio às dificuldades peculiares à época, dizia: "Só encontramos a nós mesmos depois de encarar a verdade”.  Para Pearl Bailey, não existia situação capaz de preterir a verdade. Se considerarmos a afirmação verdadeira, teremos aqui, a explicação para tantos desencontros.
Finalizando...
Muito embora, para Bertrand Russel, “A maior parte das pessoas prefere morrer a pensar; na verdade...”, eu a nomeio, como sendo a bússola que norteará a minha vida e a minha história, aqui, ali e acolá e, que Deus me ajude a sobreviver em meio a tantas mentiras!
                                                                                                       
Crônica: Célia Regina Carvalho